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Bom dia, cafeinado.
A guerra da métrica de audiência de TV nos EUA ganhou um capítulo pesado: ComScore e VideoAmp confirmaram cortes de vaga dias depois de a Nielsen anunciar uma jogada de fusão e aquisição. Do outro lado do oceano, agência muda comando e marca troca ícone por campanha de centenário. Vira o shot. ☕
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No shot de hoje · toque pra pular | 📉 | Corte na medição de TV | 01↓ |
| 💻 | Software dobra até 2030 | 04↓ |
| 🌸 | Renner ocupa a Paulista | 05↓ |
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ComScore e VideoAmp cortam vagas na disputa pela medição de TV
A ComScore e a VideoAmp confirmaram cortes grandes de pessoal, movimento que chega poucos dias depois de a Nielsen anunciar uma jogada ousada de fusão e aquisição no mesmo mercado. As três empresas competem pelo mesmo prêmio: virar a nova moeda de medição de audiência de TV nos Estados Unidos, num momento em que streaming e TV linear disputam o mesmo orçamento publicitário. O corte simultâneo em duas rivais logo após a Nielsen mexer no tabuleiro sugere reposicionamento de custo em toda a categoria, não um problema isolado de uma empresa só. Para quem compra mídia, o reset da concorrência em ad tech de TV é sinal de que o padrão de medição que sustenta negociação de verba ainda está em disputa, sem vencedor claro no horizonte imediato.
Quem decide onde investir verba de TV e streaming depende dessa métrica: instabilidade nas empresas que a produzem é risco pro planejamento de mídia.
Fonte: Digiday
Dois lados da xícara ▲ Ganha Nielsen, que se move enquanto rivais cortam pessoal, ganha espaço pra consolidar posição na corrida pela nova moeda de audiência. | ▼ Perde ComScore e VideoAmp, que reduzem equipe justo na fase decisiva da disputa por relevância no mercado de TV. |
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Marcas adotam IA no fluxo de trabalho, mas guardrail ainda incomoda
 IA já entrou fundo no dia a dia de agências e times de marketing, mas o avanço não veio junto com regra clara de uso. A dúvida que mais aparece é sobre limite: até onde deixar a IA decidir sozinha, e quem responde quando o resultado sai errado. O impacto em vaga de entrada também segue sem resposta fechada. Tarefa que hoje treina profissional júnior é justamente a que a IA já automatiza. Enquanto isso, a adoção segue andando na frente da governança, o que deixa cada empresa criando sua própria regra, sem padrão comum de mercado.
Empresa que usa IA em campanha sem guardrail definido corre risco de erro sem dono claro pra responder por ele.
Fonte: Digiday
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INFLR aposta nos EUA e projeta até US$ 5 milhões no primeiro ano
 A INFLR, adtech brasileira, abriu sede em Miami com Priscila Jaffé, ex-INFLUUR, na liderança da operação americana. A empresa quer introduzir o conceito de Creator-Led Media no mercado publicitário dos Estados Unidos, categoria ainda pouco formalizada por lá. A meta declarada é faturar até US$ 5 milhões já no primeiro ano de operação em solo americano. É mais um caso de adtech brasileira testando expansão pra fora, num momento em que o mercado de criadores segue crescendo como linha de investimento publicitário.
Marca que trabalha com creator-led media ganha mais uma opção de parceiro brasileiro com operação nativa nos EUA.
Fonte: AdNews
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Indústria de software no Brasil pode dobrar receita até 2030
 Levantamento da Softex, o TICs 2026, projeta que a receita da indústria de software no Brasil pode saltar de R$ 463,6 bi pra R$ 877,5 bi em quatro anos. O estudo é o primeiro caderno de uma série mais ampla e já aponta ponto de atenção: déficit na balança comercial do setor segue como risco pro crescimento projetado. Outro alerta do levantamento é a alta concentração global do mercado de tecnologia, o que deixa o Brasil dependente de poucos players internacionais pra sustentar a curva de expansão. Pra quem investe em tecnologia publicitária no país, o dado reforça que o mercado interno tem fôlego, mas a competitividade externa ainda é gargalo real.
Empresa de martech que opera no Brasil tem mercado interno crescendo, mas concorre num setor ainda dependente de poucos fornecedores globais.
Fonte: AdNews
A dose exata O estudo projeta que a receita do setor pode ir de R$ 463,6 bi pra R$ 877,5 bi até 2030. |
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Renner cria oásis urbano na Paulista pra lançar coleção de primavera
 A Renner lançou a campanha 'Primavera em Todos os Sentidos', alinhada ao conceito 'Ouse ser Você', com ativações sensoriais abertas ao público. O terraço da loja conceito da marca na Avenida Paulista, em São Paulo, foi transformado pra apresentar a coleção, dividida entre os universos Sinestésico e Culturalista. A aposta em experiência física, num momento em que boa parte do varejo de moda concentra investimento em mídia digital, é o diferencial da ação. Pra quem acompanha varejo, é mais um sinal de que ativação presencial em ponto de alto tráfego segue como ferramenta pra gerar conversa de marca além da campanha paga.
Marca de varejo mostra que ativação física em ponto nobre ainda gera alcance relevante mesmo com verba de mídia concentrada em digital.
Fonte: AdNews
Pra viagem Visitar o terraço da loja conceito da Renner na Avenida Paulista pra conferir a ativação Primavera em Todos os Sentidos ao vivo. |
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